Meu pet está com convulsão.

O que fazer?

Comum no universo canino, as contrações musculares involuntárias ainda amedontram muitos tutores. O diretor técnico da Visiovet, Vitor Márcio Ribeiro, explica as prováveis causas e a maneira mais eficiente de chegar ao diagnóstico.

O que gera as convulsões?

Além da epilepsia, que pode ser genética, congênita ou adquirida em consequência de um traumatismo craniano ou de uma doença infecciosa, uma série de outros fatores pode desencadear as convulsões. Outras causas comuns são tumores cerebrais e hidrocefalia, infecções virais, acidentes vasculares hemorrágicos ou isquêmicos e a meningite bacteriana, por exemplo.

E qual a melhor maneira de chegar a esse diagnóstico?

Duas ferramentas valiosas que auxiliam a excluir ou fechar um diagnóstico da sua origem são a Ressonância Magnética (RM) e a Tomografia Computadorizada (TC). Tanto uma quanto a outra são refinadas e imprescindíveis para identificar, junto com exames complementares, a verdadeira causa.

O que fazer quando o pet está em crise?

Não há muito a ser feito. Para minimizar as consequências, o ideal é manter a tranquilidade e acomodar o animal em um lugar confortável e seguro – longe de piscinas, escadas, móveis, quinas e de objetos com os quais ele possa se chocar. De maneira alguma coloque as mãos na boca do pet, nem para puxar a língua, pois não há risco de que ele a engula. Assim que passar a crise, leve seu Pet a um Médico Veterinário para identificar a causa.